
Perda foi de 40% registrada durante o inverno no hemisfério norte. Alerta é da Organização Meteorológica Mundial.
O buraco na camada de ozônio acima do Ártico chegou a nível recorde segundo informações da Organização Meteorológica Mundial divulgadas nesta terça-feira (5). A diminuição na camada acima da área chegou a 40% durante o inverno no hemisfério norte. O recorde anterior era de 30%.
Para a OMM, substâncias que destroem a camada de ozônio continuam a ser emitidas como o clorofluorcarbonetos (CFCs) - lançados na atmosfesta por extintores de incêndio, sprays e refrigeradores. Apesar de recorde, o número já era esperado pelos especialistas do órgão ligado às Nações Unidas (ONU).
A perda de ozônio na atmosfera também acontece sobre a região da Antártida. Mas segundo a OMM, os danos na região polar do hemisfério sul estão diminuindo com o tempo, com a recuperação da camada no local.
Quando a temperatura nesta parte da atmosfera - entre 10 a 50 quilômetros de altitude, acima da maior montanha da Terra, o Everest, com 8.849 metros de altura - fica abaixo de 78 graus Celsius negativos, o efeito nocivo na camada de ozônio acontece, já que nuvens se formam nas regiões polares e reagem com a camada.
O Protocolo de Montreal, estabelecido há 31 anos, havia combatido o uso de substâncias emissoras de CFCs, mas, para o braço meteorológico da ONU, a causa para a perda de ozônio ainda está ligada a atividades humanas que destroem a camada. O objetivo final do acordo é que os níveis de destruição da camada sejam menores do que eram em 1980





Chuvas de sapo não são apenas cenas de filmes como Magnólia e nem coisa da Bíblia. Elas acontecem mesmo!.Em Ishikawa, no Japão rolou uma chuva dessas em junho de 2009. Esse tipo de chuva ocorre devido a uma intensa tempestade seguida de tornado, esse tipo de tempestade com muito vento pode ser de alta ou baixa intensidade. Quando o rdemoinho passa por um pântano ou um lago, ele suga os animais para cima, essa coleta é arremessada dentro de nuvens que em seguida, despejam os bichos junto com a chuva.
No litoral da américa Central, os merguladores piram com cavernas vertcais submarinas, algumas com mais de 300 metros de profundidade. Há milhares de anos, o nível do mae ficava centenas de metros abaixo do atual. Quando a água voltou a subir, ela dissolveu pedaços das montanhas. Os mais frágeis desmoronaram formando os buracos.
De julho a setembro de 2001, os habitantes de Kerala, na Ìndia,foram surpreendidos por um fenômeno bem estanho: a chuvas que caíam tinham a água vermelha!. Várias interpretações foram feitas pelos cientistas, mas a mais aceita atribuiu o vermelho da chuva a esporos (sementes microscópicas) de algas do gênero Trentepholia, que infestam as florestas da região.




















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